Autorretratos

“O cinema de Federico García segue, em muitos sentidos, o modelo prototípico do cinema militante americano: nel temos a urgência política, o elenco nom profisional, os temas sociais ou históricos, a predominância da “realidade” sobre as florituras de estilo, a fidelidade aos feitos narrados, o realismo sujo… Mas Federico García e o seu grupo cinematográfico Kuntur vam além do cinema político de denúncia. O cineasta nom fala em terceira persoa senom que se adentra nas comunidades a retratar para coordenar umhas narraçons que as próprias organizaçons populares desenvolvem em primeira persoa […]. Mais que retratos as suas películas som autorretratos, o que lhes dá um valor especial como peças históricas, como “verdade” histórica, como memória popular.”

(Alberte Pagán, “Compañero Federico García”, na folla que se vai entregar co ciclo no Cineclube de Compostela)

Mércores 2 de Febreiro ás 21.30 horas no Pichel
Tupac Amaru
(Tupac Amaru, Federico García, 1984, Perú / Cuba, VO, 95′)